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Flavinho - Comunidade Canção Nova
................. Flavinho, como foi despertado em seu coração este chamado para a música? |
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Sou de uma família de músicos. Tenho tios, primos que já tocam, tenho inclusive um primo meu que aqui no Vale do Paraíba é muito conhecido, trabalha há mais de 20 anos na música na noite. Então fui sempre tendo essa formação.
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Mas comecei com música para valer quando conheci minha esposa que, na época era minha namorada.
Tinha 14 anos, tenho 29 hoje e, naquela época, ela já tocava violão, cantava e começou a me ensinar os primeiros acordes e a partir dali, fui pegando gosto. Comecei a tocar em grupo de jovens, pois eu era da Pastoral da Juventude. Fui aprendendo, comecei a tocar no bar e a coisa foi crescendo, tomando um vulto profissional, até o momento em que conheci a Canção Nova. Entrei na época da Banda Canção Nova e depois entrei para a Comunidade. A minha vida foi toda passada pela música.
Você encontrou dificuldades a partir do momento que assumiu o ministério de musica? Com certeza. Quando a gente responde a um chamado de Deus, seja em qual área for, vivemos aquilo que o próprio Jesus disse no Evangelho: "Aquele que quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Eu abraçando o meu chamado para o ministério de música, para me consagrar na comunidade, com certeza encontrei dificuldades e os sofrimentos vieram e virão muitos ainda. Mas creio que, se somos fiéis neste chamado, mesmo na nossa infidelidade. Acho muito importante isso: somos fiéis mesmo na nossa infidelidade. É Jesus que vem e é fiel em nós. Não adianta dizermos que depois de nos consagrarmos a Deus, viramos "super-man"; ao contrário, quando respondemos ao nosso chamado, mais a nossa fraqueza se evidencia, para que aí, a força de Deus possa se manifestar na nossa fraqueza. Eu vivo dessa forma, buscando ser fiel, buscando a fidelidade em Deus. Temos hoje muitas pessoas que estão iniciando na musica católica. Que conselho você daria a estas pessoas?
Eu acredito que para quem começa, não só no ministério de música, mas em qualquer área da Igreja, precisa entender que neném quando anda, anda devagar. Sou pai de três filhos, já ensinei 3 crianças a andar e sei que criança é no passo a passo.
Começa andando devagarinho, com cuidado, olhando onde está pisando. Acredito que quem está começando no ministério de música, precisa começar com essa cautela, olhando onde está pisando, para não pisar no pé de ninguém, porque os músicos tem esse costume de pisar no pé do outro dizendo que "o meu pé é maior que o seu".
Quem começa precisa ter essa visão: Sou criança, sou neném. Preciso crescer, preciso amadurecer, crescer muito com os outros. Eu não sei tudo. Apesar de criança achar que sabe tudo, criança não sabe nada, e precisa aprender tudo. Se você começa com essa idéia na sua cabeça e no seu coração, creio que o seu ministério vai crescer. Assim como uma criança tem os seus primeiros embasamentos para aprender a andar, ela vai andar bem, se você começar o seu ministério assim, vendo que você é criança e que precisa dos outros para aprender a andar e crescer, você vai com certeza crescer com uma base firme para que lá na frente, você não caia um tombo feio, quebre todos os ossos, e talvez nem dê mais para arrumar. Então, o meu conselho, como irmão um pouquinho mais velho dentro do ministério, é que você comece caminhando devagarinho. Não tenha pressa de dar passo de adulto, porque na hora certa, o Senhor vai fazer você dar passos de adulto. Hoje, o Senhor te dá perninha de criança; portanto, ande sempre devagarinho, sempre olhando para Jesus. E você vai ver que uma hora, os seus passos vão se alongar. É só caminhar em direção ao Senhor.
Como você concilia a realidade de Flavinho pai, esposo e Flavinho musico, servo de Deus? Eu vejo que apesar de serem duas realidades distintas, elas estão muito ligadas. Eu digo que elas estão unidas. Não tem coerência eu ser um ministro de música, cantar maravilhosamente bem, que acolhe as pessoas, que conversa com os jovens, que aconselha, que conversa com os casais, que acolhe pessoas com problemas, que em cima do palco tá ali cantando, aquela maravilha em casa e, chega em casa, é totalmente o inverso ou vice-versa. Em casa uma maravilha, e quando vem para exercer o ministério, não tem vida. Então, hoje eu posso dizer que eu consigo ter um equilíbrio. Hoje, Deus já me dá a graça d de ter um equilíbrio. Não aquele que eu preciso ter, mas já consigo ter algum equilíbrio em juntar as duas situações: em ser pai de família, esposo e ser ministro de música. Muito mais do que ministro de música, ser um consagrado da Comunidade Canção Nova. Eu vejo que quando a gente não consegue mais fazer essa diferenciação, achamos o ponto de equilíbrio, apesar de se ter a diferença. Quando olho da seguinte forma: o Flavinho ministro de música, esposo, pai, tudo numa pessoa só, ai já se consegue ter o equilíbrio. Quando as pessoas vêm você de uma forma em um lugar e de outra forma em outro lugar, vê várias faces, aí já é de se preocupar. Já fui muito tentado nessa área. Já caí muitas vezes, mas com a graça de Deus, já consigo ter esse equilíbrio, de ser uma pessoa com muitas ocupações. Para você, o que é ser um musico consagrado ao Senhor? Ser um músico consagrado ao Senhor, como diz o meu pai Pe. Jonas Abib é ser um músico consagrado ao Senhor. O que é consagração? É separação. Uma pessoa que é tirada do meio do povo para servir o povo. Em primeiro lugar, como missionário, porque antes de ser ministro de música, sou missionário. Na Canção Nova, eu não passo as 24 horas do dia cantando e tocando, pelo contrário eu estou em Aracaju numa casa missionária da Canção Nova. Lá, sou editor, sou também cinegrafista, sou carregador de cabo. No final de semana, que eu saio em missão, aí que eu sou ministro de música. Na terça-feira, quando animo a missa. Então, ser um músico consagrado, é Ter cada vez mais certo no seu coração que, voc6e foi tirado do meio do mundo, do meio do povo, para ser colocado, quem sabe em cima de um palco, ou junto de um sacerdote numa celebração da eucaristia ou a frente de um povo num encontro, num momento de pregação. Você foi tirado do meio daquele povo para servir aquele povo, no caso de ministério de música, com a sua música. Eu servia ao mundo com a minha música quando eu tocava na noite. Eu sei o poder que a música profana, a música popular, a música secular tem no coração das pessoas, porque eu cantava essa música, e cantava muito bem cantado, fazia muito bem feito o meu trabalho, era um profissional da área. Hoje sendo um músico consagrado, a minha música consagrada, o meu instrumento consagrado, a minha voz consagrada, as minhas composições consagradas, eu vejo o poder que essa música também tem hoje, um poder muito maior, mas se eu não consagro o meu canto, o meu tocar, a minha composição a minha música fica no meio termo, ela fica na mediocridade. Muitas pessoas me perguntam: você já foi da noite, já tocou Gilberto Gil, Caetano Veloso, Djavan e tantos outros. O que você acha de hoje, dentro da Igreja, tocar música popular? Eu acho que é uma leviandade, a minha palavra é essa. Eu vejo como leviandade, uma pessoa dentro da Igreja, não sendo um profissional da música, porque uma pessoa tocar no mundo, ser um profissional e também participar na Igreja. Eu sempre digo, que quando um dentista se converte, ninguém pede para ele deixar de ser dentista, ele vai continuar exercendo sua profissão; lógico que agora, com uma ótica cristã, mas continua sendo dentista. Agora, quando um músico se converte a pessoa não quer que ele toque mais em bar, que ele não toque mais em bar, não toque em mais nada porque daí, ele é "mundano". Não é bem assim. Existem os profissionais da música, que trabalham com a música e que são convertidos. Conheço muitos, e muitos deles tem mais coerência no cantar do que eu que sou um missionário da Comunidade Canção Nova. Agora, eu não posso julgar estes irmãos porque eles tocam na noite. Eu posso ajudar estes irmãos passando a eles a experiência que eu tive. Então eles vão purificar o repertório, deixar de cantar muita coisa mas são profissionais, vão continuar cantando. Agora, porque sou um músico consagrado da Igreja, eu não tenho o direito de cantar música popular. Eu não tenho esse direito, porque a Palavra de Deus diz que não é possível servir à dois senhores. Ou eu sirvo ao senhor Jesus, cantando uma música que brota de um coração convertido, um coração que experimenta a vida que vem de Jesus, ou eu canto a música do mundo que não brota vida, não gera a vida, gera a morte. Se sou um músico consagrado, eu não posso ouvir mais música popular, mas também não é uma histeria: Ah eu não posso ouvir, acabou.. não é isso, mas eu faço a opção de não comprar CD popular, de não ligar na FM, de sempre Ter um CD ali pronto para tocar com músicas cristãs. São opções que vamos fazendo com muita tranqüilidade e o coração vai entendendo cada vez mais que a nossa necessidade é o Senhor e mais nada. Para mim, ser músico consagrado é isso: é não ser leviano com o Senhor e cada vez mais trocar os valores, porque o mundo inverteu os valores. O que passou a Ter valor para muitos músicos Católicos? Que se eu não ouvir Djavan, Paralamas por exemplo, eu não vou ter inspiração para compor aquilo que o povo quer ouvir dentro da Igreja. É uma mentira. Djavan, Gilberto Gil, e muitos deles, apesar de terem sidos batizados na Igreja, não tem a graça que eu tenho hoje de ser batizado no Espírito Santo. Então a inspiração que eu tenho, eles não tem. A inspiração deles vem de uma outra fonte, infelizmente contaminada. Então qual fonte teria mais vida? Com certeza a fonte que brota do meu coração. Isso não é um egoísmo, uma prepotência, mas é uma realidade. O Espírito Santo é Santo, que jorra água pura e que gera inspiração pura. É esta inspiração que eu tenho que levar para o povo. Por isso eu não posso contaminar a fonte do meu coração com músicas profanas, com músicas populares, até mesmo com músicas bonitas. Não são todas as músicas populares que são ruins. Tem muitas músicas bonitas, mas eu ainda acho, pela experiência que tenho de músico que já fui do mundo, que se hoje eu sou consagrado na Igreja, eu não posso mais me dar ao luxo nem de ouvir e cantar música popular. Você faz parte da Comunidade Canção Nova. Como que brotou esta vocação? Eu nunca imaginei em estar na Comunidade Canção Nova. Aliás, eu nunca pensei em morar em Comunidade de Vida e Aliança. Começou com um grupo de oração que tinha em minha casa. Um grupo de 12 pessoas, e foi ali, que Deus começou a suscitar no meu coração e no coração da minha esposa este desejo de viver em comunidade. Só que não falávamos disso. Eu ficava quieto na minha e minha esposa quieta na dela, até que chegou um tempo que a gente tinha que se falar porque estava latente em nosso coração. Aí sentamos, conversamos, e para a minha surpresa, o mesmo sentimento que estava no meu coração estava no coração dela. E começamos a dar passos. Não sabíamos que comunidade era. Tentamos fazer uma experiência com a Comunidade Anuncia-me de Guaratinguetá, mas não conseguimos porque estávamos muito atarefados na época. De repente, um amigo nosso que é o Jorge, que hoje está na Comunidade e que trabalha no departamento de informática, ele que era desse grupo de 12 pessoas, estava vindo toda 5ªfeira para fazer intercessão pelo grupo. Era o único que estava um pouquinho mais folgado na época e aqui, ele conheceu o Dunga, quando a Banda Canção Nova estava se desfazendo de sua primeira formação que era o Boy, o Neto e o Rinaldo. E o Dunga, conversando com o Jorge, disse que estava pedindo a Deus pessoas que quisessem se consagrar na Comunidade e que fossem músicos, até pela facilidade de trabalhar, de morarem juntos. E o Jorge falou para ele: Eu acho que tenho essa pessoa. Uma pessoa de Guará, casado, é músico profissional, tá sentindo este chamado de viver em comunidade e talvez seja ele a pessoa que você está pedindo, ele só quer saber em que lugar, ele está esperando somente a revelação de Deus. À partir daí, vim aqui, tive um primeiro contato com o Dunga. Ele me convidou para começar na banda Canção Nova nessa nova formação e foi basicamente nós que começamos este trabalho, no qual a Banda ficou conhecida com o CD Deus existe, e foi a partir daí que comecei a fazer o caminho com a Canção Nova e hoje estou aqui há 6 anos. Você que já esteve e está em outras casas da Canção Nova além de Cachoeira Paulista; como que é a realidade das outras casas da Canção Nova? Bom, para mim foi uma experiência maravilhosa. Saí de Cachoeira Paulista, onde morei 4 anos e no ano passado fui para Cuiabá, foi a primeira missão que tive a oportunidade de viver depois de Cachoeira Paulista. Foi muito crescimento. Foi muito sofrimento porque a missão nos tempera muito e nos dá muita têmpera no sofrimento, longe de casa, longe das pessoas que você ama da Comunidade. Longe de toda a estrutura que Cachoeira Paulista proporciona para você realizar qualquer trabalho, seja em que área for. Foi muito difícil para mim no ano passado em Cuiabá devido à este "corte do cordão umbilical" da casa mãe que é Cachoeira, mas ao mesmo tempo amadureci muito e em um ano em Cuiabá cresci muito graças à Deus. E aí fui remanejado para Aracaju este ano. Aliás, voltando em Cuiabá, eu trabalhei com rádio em Cuiabá, que até então não havia trabalhado, pois só fazia participações em programas em Cachoeira. Mas lá tive a graça de fazer um programa diário das 13 às15h. Programa ao vivo, bem para cima mesmo e foi uma experiência muito boa para eu trabalhar com rádio e esse ano, indo para Aracaju, retomei o trabalho com a TV. Como eu disse, além de apresentar programas, tenho editado, filmado algumas coisas e em toda esta área técnica da TV. Então, vejo que a missão nos faz crescer muito, até pelo fato de ser menos pessoas, onde você pode conviver mais, onde você pode ver as limitações do outro que na verdade são reflexos de nossas limitações e por isso eu tenho que lutar mais contra ela. A missão me fez crescer muito já nestes dois anos que estou fora de Cachoeira Paulista. Conte-nos como foi o momento que você se encontrou com Jesus. Foi exatamente quando eu conheci a minha esposa, quando começamos a namorar. Lógico, que antes a minha avó, pois fui criado com os meus avós. Desde que me conheço por gente, sempre tive formação cristã. Minha avó sempre foi um exemplo para eu. Não tenho dúvida que hoje ela é uma santa e que está no céu intercedendo por mim. Ela sofreu muito, mas sempre esteve agarrada em Deus. O primeiro exemplo que eu tenho foi o da minha avó, que com certeza é a minha mãe porque foi ela que me criou. Depois disso, foi quando eu conheci a Ana, de 14 para 15 anos, começamos a namorar e ela foi quem realmente me apresentou Deus, me tomou pela mão e me levou para Deus. A partir dali, não parei mais, apesar de alguns vacilos tocando na noite e me afastando mas graças à Deus, de lá para cá, desde os 14 anos e já foi fazer 29 agora em novembro. De lá para cá não parei mais de andar sempre junto de Deus mesmo apesar dos vacilos, das quedas, mas sempre levando. Mesmo ensangüentando, pegando na mão de Deus e tocando o barco. Neste acampamento Brasil Terra de Santa Cruz, como você vê o avanço da evangelização após estes 500 anos de descobrimento? Olha, eu vejo com muito otimismo. Vejo que o que foi feito nestes 500 anos foi de grande valia. Tiveram muitas falhas, mas também muitos acertos, tanto é que a gente está aqui hoje, mas prefiro agora olhar para a frente. Vejo a responsabilidade que nós temos daqui para a frente. É muito fácil olharmos para trás e ver as falhas dos outros e olhar para hoje e não querer olhar para as nossas falhas que já são muitas e por isso olho para a frente e vejo uma gama de possibilidades que nós temos para evangelizar este país a partir do Sistema Canção Nova de Comunicação que é o meio que Deus hoje nos dá para evangelizar. Eu vejo que tem muito trabalho para ser feito e precisamos ser coerentes com os irmãos que já deram a vida por este trabalho de evangelização no nosso país que são os padres, os leigos e a tantas pessoas que deram o sangue neste país e que hoje tivéssemos a liberdade de expressar o nosso culto, a nossa crença. Acredito que temos que lutar para que isto continue acontecendo no nosso país, mas tendo sempre a coerência com o dia-a-dia que estamos num país católico que precisa ser evangelizado, um país que precisa ainda de muitas transformações sociais, de pessoas que precisam receber o seu alimento na sua casa, que precisam de saúde, de educação. Eu acho que a evangelização desse Novo Milênio, como estava falando com uma pessoa agora há pouco no chat falando sobre música para louvar o Senhor e ele dizia que se já não é hora dos músico irem para as favelas. Concordei com ele apesar de dizer que diversos são os dons e carismas, cada um tem um chamado. Se todo mundo for para favela, o que vai ser do culto da Igreja? Se todo mundo for para o culto da igreja, o que vai ser do povo das favelas? O importante é que cada um assuma o seu trabalho independente do seu ministério. Agora, não podemos negar que a opção preferencial d Igreja é pelos pobres. Temos que ter esta opção preferencial pelos pobres tanto na ajuda assistencial como na ajuda espiritual. É um Novo Milênio de muitas possibilidades, de muitos desafios, mas com certeza, eles nos impulsionam a assumir este trabalho na Terra de Santa Cruz, uma terra sofrida, mas uma terra que um dia vai com certeza experimentar a ressurreição. Que mensagem você deixaria para as pessoas que visitam o nosso site? A mensagem que deixo é que, em 1º lugar, a Canção Nova ama muito vocês. Para nós, é sempre uma alegria receber os nossos irmãos também através do nosso Site que hoje é um meio de evangelização tão eficaz como já o Papa João Paulo II. E agora, que vocês possam acessar cada vez mais a nossa página, usufruir da nossa página que está com muitas novidades. Que vocês nos ajudem dando muitas sugestões até mesmo porque tem muita gente que trabalha com internet neste Brasil e neste mundo. Que você nos ajude para que façamos uma página cada vez mais voltada para a sua necessidade. A Canção Nova não faz nada para si. A Canção Nova é sempre para o outro e você é esse outro, esse nosso irmão que nós amamos tanto e queremos também atingir o seu coração através desta página da internet. Visite-nos e que Deus te abençoe!
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